TOMAÉL, Maria Inês; CATARINO, Maria Elisabete; VALENTIM, Marta Lígia Pomim; ALMEIDA JÚNIOR, Oswaldo Francisco de; SILVA, Terezinha Elisabeth da; ALCARÁ, Adriana Rosecler; SELMINI, Daniela; YAMAMOTO, Silvia; ALMEIDA, Carlos Cândido de; CURTY, Renata Gonçalves; GODOY, Pedro Augusto de. Avaliação de fontes de informação na internet: critérios de qualidade. [S.l.:s.n., s.d.] 14 p.

“Cumpre lembrar, finalizando, que o rol de critérios defendidos como adequados para a avaliação de fontes de informação na Internet não são definitivos.” (p. 12)
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WEITZEL, Simone R. O desenvolvimento de coleções e a organização do conhecimento: suas origens e desafios. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 7, n. 1, p. 61-67, jan./jun. 2002.

“Este artigo tem por objetivo analisar dois grandes momentos históricos que influenciaram e consagraram a área de desenvolvimento de coleções enquanto atividade profissional, quais sejam a explosão bibliográfica e o advento da Internet. A partir disso, novos desafiam se apresentam tendo em vista a possibilidade de aumentar o controle bibliográfico e de contribuir para a organização do conhecimento registrado.” (p. 62)

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BAPTISTA, Sofia Galvão; CUNHA, Murilo Bastos da. Estudo de usuários: visão global dos métodos de coleta de dados.  Perspectivas em Ciência da Informação, v. 12, n. 2, p. 168-184, maio/ago. 2007.

“Neste trabalho, pretende-se demonstrar a trajetória dos estudos de usuários, apontando a fase quantitativa, as críticas recebidas e a fase qualitativa, opção crescente dos estudos desta década. Na parte seguinte, comentam-se as vantagens e desvantagens dos principais métodos de coleta de dados utilizados por esses estudos, seguidos de exemplos de pesquisas na área de Ciência da Informação. Vale a pena ressaltar que este trabalho não é uma revisão de literatura.” (p. 169)

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ARAÚJO, Carlos Alberto Ávila. Fundamentos teóricos da classificação. Encontros Bibli, Florianópolis, n. 22, 2. semestre, 2006.

“O objetivo deste texto é discutir alguns dos fundamentos teóricos da classificação. Para tanto, […] busca-se conceituar classificação e identificar suas diferentes manifestações, […]. Após […] é vista a evolução das classificações bibliográficas, […]. A seguir, são vistos os passos necessários para a construção de sistemas facetados e, por fim, é analisada uma situação específica de possibilidades trazidas pela utilização de uma classificação facetada: a atividade de quantificação temática de disciplinas científicas.” (p. 117)

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CORRÊA, Rosa Maria Rodrigues. Catalogação descritiva no século XXI: um estudo sobre o RDA. Dissertação (Mestrado)—Ciência da Informação, Faculdade de Filosofia e Ciências, Universidade Estadual Paulista. 2008. Marília, 2008. 65 f.

“Esse trabalho tem, então, como objetivo geral, verificar se o novo esquema para elaborar a descrição bibliográfica nominado Resource Description and Access (RDA) corresponde, efetivamente, às dimensões apresentadas pela IFLA nos encontros de especialistas em catalogação e, às necessidades informacionais das bibliotecas, em diferentes ambientes.” (f. 11-12)
“Considerando o foco deste trabalho, analisaremos a Parte II – Descrição – do AACR em sua forma e conceito. Além de regras específicas para a descrição de livros, esta parte contempla os Princípios da Catalogação Descritiva.” (f. 25)

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CAMPOS, Maria Luiza de Almeida; GOMES, Hagar Espanha. Taxonomia e classificação: o princípio de categorização. DataGramaZero, v. 9, n. 4, ago. 2008. 15 p. Artigo 01.

“As Taxonomias têm por finalidade servir de mapa navegacional para uma dada tipologia de documentos/informação, e necessitam de uma estrutura classificatória que expresse a natureza dos documentos agregados.” (p. 10)

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