AVANCINI, José Augusto; BULHÕES, Maria Amélia (Curadoria). Artistas professores: da Universidade Federal do Rio Grande do Sul: obras do acervo da Pinacoteca Barão de Santo Ângelo do Instituto de Artes. Porto Alegre: Ed. UFRGS, 2002.

“Os ‘Artistas Professores’ representam as melhores elites de arte-criadores atuantes no Estado desde o princípio do século XX; artistas de sólida formação, domínio formal rigoroso e alta personalidade estilística […] Acima de tudo, trata-se de docentes, cuja ciência e mestria criadora, postas a serviço da sociedade, abriram sendas pelas quais transitou a evolução das artes, em numeras biografias e sucessivos paradigmas formais.” (p. 9; Arte, civilização e memória / Francisco Mashall)
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CARVALHO, Marly Monteiro de. Qualidade. In: BATALHA, Mário Otávio (Org.). Introdução à engenharia de produção. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. Cap. 4, p. 53-77.

“Neste capítulo será caracterizada a área de qualidade. A ideia é fornecer ao leitor uma visão histórica da trajetória dessa área, discutir seus principais conceitos, além de discorrer brevemente sobre suas principais subáreas, quais sejam: gestão da qualidade; qualidade em serviços; normalização e certificação para a qualidade; engenharia da qualidade; organização metrológica da qualidade; confiabilidade de produtos; confiabilidade de processos.” (p. 53)
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FLEURY, Afonso. O que é engenharia de produção? In: BATALHA, Mário Otávio (Org.). Introdução à engenharia de produção. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. Cap. 1, p. 1-10.

“Este capítulo tem como objetivo apresentar o que é a Engenharia de Produção, utilizando exemplos da prática das empresas e mantendo a referência ao clube de futebol sempre que conveniente.” (p. 1)

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CHAGAS, Valnir. A Luta pela universidade no Brasil: aula inaugural dos cursos da UFRGS: (4-3-1967). Porto Alegre: Gráfica da Universidade, 1967. 24 p.

  • Três fases da história do ensino superior no Brasil:
    • ter a instituição: mais nominal do que real (p. 5)
    • estruturar a instituição como universidade (p. 5)
    • fazer funcionar como universidade (p. 5); “[…] a caracterizar-se por uma constante busca de autênticos padrões de funcionamento.” (p. 17-18)
  • Histórico:
    • século 16: jesuítas conferem grau de Mestre em Artes, desejo de dar status de universidade ao Colégio da Bahia (p. 5)
    • após expulsão dos jesuítas, retoma-se o desejo durante a Inconfidência Mineira (p. 5)
    • vinda da família imperial: criação de estabelecimentos isolados, mas não universidades (p. 6)
    • 1808/1810: fundação de escolas de Medicina, Engenharia e Artes militares (p. 6)
    • 1827: fundação da Academia de Belas Artes e cursos jurídicos (p. 6)
    • 1889: Imperador afirma ser importante a fundação de duas universidades (ao Sul e ao Norte) (p. 6)
    • 1909: Universidade de Manaus (p. 6)
    • 1912: Universidade do Paraná (p. 6)
    • 1915: Lei Carlos Maximiliano permite “reunir em universidade” três faculdades do RJ (p. 6-7)
    • 1920: sobreposição de uma “reitoria” a três cursos exclusivamente profissionais (p. 7); “Apenas tínhamos um nôvo [sic] rótulo que soava bem aos nossos ouvidos provincianos do primeiro quartel do século.” (p. 7)
    • 1920-1929: pesquisa da Associação Brasileira de Educação com “[…] dezenas de figuras das mais eminentes do mundo intelectual brasileiro.” (p. 8)
    • 1930: golpe; criação de uma Faculdade de Educação, Ciências e Letras (p. 9) no formato de um Instituto de Educação para formação de professores e que contradizia a intenção de transcender o ensino profissional (p. 10)
    • 1934: criação da Universidade de São Paulo e Universidade de Porto Alegre (?) (p. 10)
    • 1935: Universidade do Distrito Federal, com Instituto de Artes, com centralização em um Reitoria e com plano comum de cooperação entre as faculdades (p. 11)
    • 1945: atração de grandes professores/pesquisadores para a USP (p. 13)
      • aumento da procura pela educação formal (p. 13) e consequente criação de mecanismos paralelos para que não se alterasse a estrutura não-universitária das universidades (fundação de institutos de pesquisa para acolher pesquisadores e novos cientistas; fundação de agências de desenvolvimento regionais, para tratar de problemas locais) (p. 14)
    • “De cinco existentes em 1940, as universidades já eram doze em 1950 e dezenove em 1955, tôdas (sic) organizadas pelo antigo modêlo (sic) […] e, em 1960, já existiam trinta e uma universidades concebidas ao indefectível estilo de 1920.” (p. 14-15)
    • 1966: 39 universidades, decreto-lei 53 (p. 16): “[…] qualquer instituição pública ou privada poderá doravante organizar-se como lhe aprouver, desde que se organize como universidade.” (grifo do autor, p. 17)
      • “No caso brasileiro, enquanto a maioria diagnosticava que não desenvolvíamos uma dinâmica universitária por faltar-nos a necessária montagem, alguns achavam que não possuíamos esta montagem por inexistir aquela dinâmica. Era um círculo vicioso que poderá ser rompido agora se, desde logo, as várias instituições tiverem bem nítida a consciência de sua missão e do regime a implantar para cumprí-la (sic); e na medida em que isso aconteçamos, cada uma delas será mais ou será menos universitária.” (p. 17)
  • A Universidade-utopia:
    • estrutura orgânica/aberta: menor número de divisões internas (p. 18)
    • Faculdade de Artes medieval → Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras: exemplo de modelo aberto (p. 18)
    • atividades interescolares: “[…] para reunir professôres [sic] de institutos diferentes que, num dado instante, cooperam na mesma pesquisa ou ensinam para o mesmo curso.” (p. 19)
    • alunos da Universidade, e não de determinado curso: diretórios acadêmicos absorvidos em um Diretório Central (p. 19)
    • “estudos em comum” e não “estudos comuns”: “[…] uma coisa é integrar recursos — concentrar físicas e sociologias ‘diferentes’ para carreiras que não se intercomunicam — e outra, muito diversa, é levar a integração à formação mesma do aluno e de todos os alunos.” (p. 19)
    • elaboração curricular: “Mas não basta que exista um ciclo inicial se êle [sic] está referido a um só curso ou mesmo a cursos estreitamente afins como Farmácia, Odontologia e Medicina. É preciso que, pelo menos, cada uma das divisões maiores do saber não se apresente já mutilada ao primeiro contacto [sic] do estudante.” (p. 20)

JONES, Amelia. “Presence” in Absentia: Experiencing Performance as Documentation. Art Journal, v. 56, n. 4, p. 11-18, Winter, 1997. Disponível em: <http://www.jstor.org/stable/777715>.

“I will sketch out the problematic of experiencing performance or body art from a historical distance through a series of case studies, which will be interwoven with a discussion of the ontology of performance or body art.” (p. 12)
“[…] I insist that it is precisely the relationship of these bodies/subjects to documentation (or, more specifically, to re-presentation) that most profoundly points to the dislocation of the fantasy of the fixed, normative, centered modernist subject and thus most dramatically provides a radical challenge to the masculinism, racism, colonialism, classism, and heterosexism built into this fantasy. ” (p. 12)
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DURNEY, Mark. How an art theft’s publicity and documentation can impact the stolen object’s recovery rate. Journal of Contemporary Criminal Justice, v. 27, n. 4, p. 438–448, 2011. DOI: 10.1177/1043986211418886

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STOREY, John. Culturalism.  In: ______. Cultural theory and popular culture: an introduction. 7th ed. London: Routledge, 2015. Cap. 3, p. 38-60.

“In this chapter I shall consider the work produced in the late 1950s and early 1960s by Richard Hoggart, Raymond Williams, E.P. Thompson, and Stuart Hall and Paddy Whannel. This body of work, despite certain differences between its authors, constitutes the founding texts of culturalism.” (p. 38)
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FALLS, Sarah; HATHEWAY, Holly. The art of change: the impact of place and the future of academic art library collections. New Review of Academic Librarianship, v. 21, n. 2, p. 185-195, 2015. DOI: 10.1080/13614533.2015.1031259.

“The two authors will explore how collections are directly tied to use of space through analysis of such metrics as door counts and circulation data.” (p. 186)
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